Quarta-feira, 29 Abril, 2026
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    Pinguins-de-magalhães regressam a uma casa renovada em Lisboa

    Pinguins regressam ao Oceanário com um espaço renovado e mais natural

    Depois de quase um ano de obras, os pinguins-de-magalhães voltaram ao Oceanário de Lisboa, agora num habitat completamente renovado. O antigo espaço foi transformado no “Oceano do Sul”, uma área mais ampla, natural e imersiva, onde os visitantes podem observar de perto mergulhos, ondas e cascatas que recriam o ambiente subantártico.

    Esta foi a primeira grande reconstrução de um dos habitats originais do Oceanário, inaugurado em 1998 para a Expo’98. Entre novembro de 2024 e agosto de 2025, mais de 130 profissionais de 12 nacionalidades colaboraram neste projeto, que teve como prioridade o bem-estar animal e a criação de uma experiência ainda mais enriquecedora para o público.

    A intervenção respeitou o conceito original, mas introduziu novas soluções para aumentar a diversidade ambiental e a proximidade com o habitat natural. O resultado é um cenário autêntico, com rochas, cascatas, gelo, estalactites, áreas aquáticas alargadas e ninhos adicionais, oferecendo mais estímulos ao comportamento natural das espécies.

    No total, regressaram ao espaço 29 pinguins-de-magalhães e 12 andorinhas-do-mar-inca, partilhando um ambiente dinâmico onde os visitantes podem acompanhar os seus mergulhos lado a lado com tubarões e outros peixes.

    A mudança de nome para “Oceano do Sul” acompanha a padronização internacional adotada por instituições científicas e educativas, que reconhecem esta designação em vez de “Oceano Antártico”.

    Para o Oceanário, este projeto representa “uma oportunidade de reforçar a essência da exposição, respeitando o passado e acrescentando novas soluções”, afirma a direção. Já para os visitantes, a promessa é clara: uma experiência mais imersiva, autêntica e inspiradora, em harmonia com a missão de sensibilizar para a preservação dos oceanos.

    Não percas